Meu trabalho literário, dos meus amigos e de outros que queiram expressar sua ARTE. Grandes homenagens serão feitas aqui, assim como FOTOGRAFIAS, PINTURAS e demais coisas que expressem SENSIBILIDADE.
terça-feira, 14 de julho de 2015
Palavra-chave: Gratidão
Nos momentos que mais sofremos ou passamos por momentos difíceis, nem sempre conseguimos caminhar sozinhos. Sempre haverá alguém para nos ajudar, nos amparar e apoiar naquela hora. São pais, filhos, irmãos, amigos ou ajuda espiritual que vem de Deus. Depois que tudo passar é chegada a hora de agradecer com gestos afetuosos àquilo que fizeram por nós. Não devemos ser egoístas e jamais devemos nos esquecer daqueles que sempre estiveram ao nosso lado nos momentos mais tortuosos da vida. Isso se chama gratidão.
Elder Poltronieri
Foto: By Elder Poltronieri-0001-Estrada Balneário -Parag.Pta-SP
domingo, 12 de julho de 2015
Palavra-chave: Libertação
Enquanto o tempo passa, com nosso esforço diário, vamos nos alimentando de força e coragem. Prática que virou rotina diária. Um antídoto que nos deixa fortes. Chega um momento que nos sentimos potentes e revigorados. Num grande impulso natural, pegamos aquela chave escondida e vamos abrindo os cadeados presos às correntes que até agora nos aprisionavam. A libertação aconteceu e nos deixou livres, fez a gente criar asas e voar diante do universo e jogar fora esses grandes elos que um dia nos aprisionaram. Estamos libertos e livres para amar, trabalhar, estudar, buscar nosso alimento e principalmente ser feliz.
Elder Poltronieri
Foto: Estrada Borá-SP - Usina Ibéria
sábado, 11 de julho de 2015
Frágil
Tão frágil quanto as folhas secas
que percorrem as ruas de um vento frio,
ou leves, quanto as águas
que correm desesperadas
ao encontro dos rios,
tão frágil quanto as pedras de cristais,
que viram copos sensíveis
onde bebo minhas dores...minhas agonias,
tão frágil quanto a grãos de areia,
que o vento embaralha no ar,
e caem sobre meus olhos vermelhos.
Que choram toda uma noite
em busca de resposta e palavras!
Palavras frágeis..
que não caberiam neste poema!
Que é tão frágil quanto a musica que ouço agora,
e que sensível dilacera meu ouvido,
que de tão frágil não quer sequer ouvir
esta minha voz...
que aprendeu a se calar... diante da dor.
Também aprender a suportá-la!
E assim..
fico com minha fragilidade!
Eu ela...!
Em plena solidão,
saudade,
amores,
dores,
penas,
lembranças!
Recordações frágeis de um tempo
que se foi!
Que também foi frágil...
e nunca mais vai voltar!
Elder Poltronieri - às 17:01
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Palavra-Chave: Conquista
Depois de tanta luta, de correr atrás dos nossos ideais, saltar muralhas, subir montanhas e ir à busca dos nossos sonhos, finalmente chegou à hora de comemorar o resultado tão esperado. Isso chama de conquista. Alvo de nossas metas, agarrarem com todas as forcas aquilo que queremos e fará para sempre o grande diferencial em nossas vidas. E o troféu, a medalha... Um premio devidamente merecido por termos lutado e conseguido o que queríamos.
Foto:By Elder Poltronieri-0017-Jardins Ibéria - 30.04.15
Foto:By Elder Poltronieri-0017-Jardins Ibéria - 30.04.15
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Palavra chave: Equilíbrio
Seguir em frente sem desviar para a direita ou para a esquerda e procurar mirar sempre no foco traçado pela mente. Imagine estar no alto e sobre uma linha reta fazer esse trajeto, sem medo de cair ou se ferir, estar sustentável pelas tempestades e imune de flechas negativas que nos são atiradas. Chamamos de equilíbrio esse fator natural que se fez em nós, justamente pelo fato de seguirmos em linha reta sem olhar pra traz. Seguindo sempre em frente com audácia, coragem e sem tremer diante dos desafios.
Elder Poltronieri
Foto:ESP-002-2014-Nascer do sol na IBÉRIA
Elder Poltronieri
Foto:ESP-002-2014-Nascer do sol na IBÉRIA
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Palavra chave: Harmonia
Como em um estado perfeito de belos ritmos musicais ou num conjunto de combinação de paz, a harmonia é a junção perfeita dos nossos mais nobres sentimentos interiores e que agora está coroado de sensações fortes e capazes de arrebatar limites, atingirem um alvo que antes era impossível. Sensação de equilíbrio que nos faz acordar e dizer ao mundo: Sou um vencedor e cheguei ate aqui.
Elder Poltronieri
As Chaves da Sabedoria - by Elder Poltronieri Fotografia - ESP-007-Jardim da Sede Usina Ibéria-Borá-SP
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Palavra Chave: Humildade
Ao chegarmos no topo de nossas conquistas, não deixemos de lado nossa simplicidade.Quando nos tornamos mais sábios, mais capacitados que outras pessoas do nosso convívio, não permitamos que o orgulho, a avareza ou a arrogância venham sufocar a bela semente chamada humildade.Semente que brota e nos faz gigantes no amor pelo próximo, nas fraquezas ou ignorancia daqueles que tem muito que aprender.E nós humildemente, nos disponibilizaremos para melhorar um mundo tão conturbado por mentes que se acham superiores e não pensam em melhorar nem seu próprio mundo interior.
Elder Poltronieri
Titulo da Foto: Minha humilde residência - by Elder Poltronieri
sábado, 16 de novembro de 2013
Canção do poeta triste
Estas epístolas
Sempre terão
Marcas de amargura
Solidão e desespero.
Fato consumado
Pela própria sequência
Do cotidiano.
De certa forma
Acredito que o homem
Nunca conhecerá
A verdadeira felicidade
Enquanto conviver
Com pessoas infelizes.
Sentir por dentro
A felicidade
É possível!
Porque ela vem
Complementada de amor,
Entrega e paciência.
Foto:
By Elder Poltronieri-0004-Ponte de Madeira-Distrito de Varpas(Tupã-SP)
Elder Poltronieri
Escrita nos anos 80
sábado, 31 de agosto de 2013
Epístola - 01
| By Elder Poltronieri-0003-Estrada Terra -Ferroviária(Galdino)-Paraguaçu Paulista-SP |
Nada pode deter sua força interior
Só você a conhece.
A sua espada corta,
O seu escudo te protege.
A lágrima que cai no seu rosto,
É um alívio para sua alma.
Mesmo chorando,
Saibas que tens
A força interior.
Força imensa,
Dentro de você.
Elder Poltronieri
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Fui ao eco pedir doces cantos...
Não me lembro a data desse poema.Sei que foi no final dos anos 90 quando o escrevi.A ver o rascunho, vi o quanto ele é sensível.Imagine a sensibilidade no seu extremo...demais!!!
| By Elder Poltronieri-00001-Estrada Balneário - Lutécia-SP-Trilhas de Bike-PARAGUAÇU PAULISTA-SP |
I
Fui ao eco
pedir doces cantos,
o que encontro
senão minh'alma
sentada ali...
aflita e chorosa,
clamando do vento
também doces prantos.
Quisera minh'alma
do vento
uma lágrima
buscar!
Sensível e clara
qual choro
das canções de ninar.
Fui ao eco
pedir doces cantos:
mas minh'alma
ali calada,
insistia na
na meiguice da calma,
a cobrir-se
de tristes mantos.
Eram medos
que a vida
Indecorosa a cobriu.
Era de um linho tecido
que homem nenhum
jamais sentiu.
Fui a eco
pedir doces cantos,
mas como havia
somente minh'alma ali,
clamei ao eco
que piedosamente
quebrasse o encanto.
II
Na magia
do desencanto,
caí ao encontro
do nada.
No espaço
frívolo;
num silêncio
sinistro e inocente
nada revejo,
e diante do nada
infiltra-se
no meu ego
dramas e gritos.
Desfalecido...
E no desespero
do próprio abismo,
renascia o canto
que eu pedira,
ao eco aflito.
De um nada
então,
saía uma canção,
e meu corpo
incolor,
que flutuava indolor
então, fez um ballet
sobre esse abismo
que já destroçado,
foi ao encontro
do meu próprio
Infinito.
Elder Poltronieri
Final dos anos 90 (Não anotada)
segunda-feira, 12 de março de 2012
Sei que posso...
Esse poema, um dos meus prediletos, retrata uma fase de RECOMEÇO em minha vida.Estava sem emprego, voltei para casa dos meus pais depois de muitos anos fora. Era uma nova busca.Um poema FORTE e SENSÍVEL que me emociona até hoje.Foi escrito em 26/11/2001.Era realmente uma fase em que SOFRI muito..mas tudo passa!
| By Elder Poltronieri 0002-Estrada Balneário-Lutécia-Parag.Pta |
Sei que posso cantar
e minha voz se liberta:
sei que posso gritar!
Nos versos roucos,
que de minh'alma sai,
posso sentir a força,
...que pelo vazio vai.
Sei que posso cantar;
e meus versos libertos
insistem em me dizer:
Sim...eu devo gritar.
Na melodia louca
que a canção desfaz,
posso abraçar a ternura
que no ceu se refaz.
Sei que posso falar,
mas minha voz, quer se calar.
Não...eu devo poetar.
porque os meus versos
me dão força
para poder lutar!
Elder Poltronieri
26/11/01
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Se existe um canto...
Escrevi esse poema em 30/06/97. Passava por uma fase de mudanças, estava em processo de separação, e me vi completamente solitário, em busca de novos rumos na vida. Me lembro ter feito esse poema a beira do lago, na cidade de Araras-SP, onde morava na época.É muito profundo e melancólico.
Se exite um canto,
Eu quero ouví-lo!
Na forma mais suave,
De poder tocá-lo.
![]() |
| Foto da Cotovia |
Se existe um canto...
Eu quero ouví-lo!
Na forma mais suave,
De poder tocá-lo.
Se existe um canto,
Ah quem dera,
Uma cotovia eu pudesse ser,
Para esse canto existir
E o vazio dos ecos preencher.
Se existe um canto,
Eu quero ouví-lo,
E no profundo do meu encanto,
Não somente ouví-lo:
Se existe um canto,
Eu simplesmente preciso sentí-lo.
Elder Poltronieri
Araras-SP
30/06/1997
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Texto de Osmir Pereira
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Minha dor é mito
Este poema foi escrito nos anos 80, não me lembro a data real.Mas é um poema que amo, ele é cheio de singeleza, meiguice e retrata uma doçura incrível.Na imagem, o retrato de Ícaro.
Minha dor é mito...
Anjos Solenes
Voavam sobre mim
E como crianças,
De canções ao ceu,
Brincavam festivas
Com suas auréolas douradas.
Meu ser caído,
Numa terra desconhecida
Desalentado,
Numa solidão esquecida
...gemia de dor!
Anjos solenes brincavam
Com lenços de cetim,
Enxugavam minhas lágrimas
Que caíam ao pó,
...em som de clarins.
Lá vinham,
Cantando como crianças,
Querubíns de seis asas.
Traziam harpas e cristais
E me ninavam,
Com suas canções celestiais.
E outros anjos,
Com asas alvas, carmim
Jogavam em meu corpo,
Pólem...um perfume jasmim.
Um sorriso então,
Despontou em meus lábios.
Tal qual criança perdida,
Vi-me na luz.
E todos querubins
Com outros anjos em volta,
Seguraram minha mão e
Com azeite perfumado
Curaram minhas feridas
Feitas pelo tempo e a vida.
Anjos solenes,
Que cantavam e brincavam
Eram crianças, eram anjos
E traziam em cálices de ouros
Água de prata e sede.
A sede da paz
Simbolizada por uma era,
Era de branco,
Cor de asas.
Anjos que brincavam,
Querubins cantavam
Como doces pequeninos,
Fizeram me puro
Envolto em plenitudes.
Elder Poltronieri
do livro TRAPOS E BANDEIRAS-poesia
sábado, 14 de janeiro de 2012
Copos Drogados de Cristais
Copos vazios,
Fulgazes em busca
De prazeres.
Cristais...vidros doentes
Num círculo
De correntes
Dependentes de amor.
Cristalino e divinos
Prazeres que se misturam,
Em vozes esmagadas
Por corpos atrozes,
Seres trépidos e
Incógnitos mortais.
Lágrimas quebradas
Em coração de vidro.
Dor estraçalhada,
Em cérebro de cristal.
Copos vazios
Que buscam incansáveis,
Espaços noturnos,
Doentes sorrisos
...transparências!
Copos drogados,
Saciados de amor e sarcasmos
Que quando lançado num chão,
Que vitrificado é...
Se resume em cerveja e coca.
E assim canta esse país,
Mapa trincado e destruído
Por um louco transparente
Que é vidro
Num hospital de Cristal.
Autor:Elder Poltronieri
Trapos e Bandeiras-1995
Copos Drogados de Cristais - imagem
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