Depois de tanta luta, de correr atrás dos nossos ideais, saltar muralhas, subir montanhas e ir à busca dos nossos sonhos, finalmente chegou à hora de comemorar o resultado tão esperado. Isso chama de conquista. Alvo de nossas metas, agarrarem com todas as forcas aquilo que queremos e fará para sempre o grande diferencial em nossas vidas. E o troféu, a medalha... Um premio devidamente merecido por termos lutado e conseguido o que queríamos.
Foto:By Elder Poltronieri-0017-Jardins Ibéria - 30.04.15
Meu trabalho literário, dos meus amigos e de outros que queiram expressar sua ARTE. Grandes homenagens serão feitas aqui, assim como FOTOGRAFIAS, PINTURAS e demais coisas que expressem SENSIBILIDADE.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Palavra chave: Equilíbrio
Seguir em frente sem desviar para a direita ou para a esquerda e procurar mirar sempre no foco traçado pela mente. Imagine estar no alto e sobre uma linha reta fazer esse trajeto, sem medo de cair ou se ferir, estar sustentável pelas tempestades e imune de flechas negativas que nos são atiradas. Chamamos de equilíbrio esse fator natural que se fez em nós, justamente pelo fato de seguirmos em linha reta sem olhar pra traz. Seguindo sempre em frente com audácia, coragem e sem tremer diante dos desafios.
Elder Poltronieri
Foto:ESP-002-2014-Nascer do sol na IBÉRIA
Elder Poltronieri
Foto:ESP-002-2014-Nascer do sol na IBÉRIA
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Palavra chave: Harmonia
Como em um estado perfeito de belos ritmos musicais ou num conjunto de combinação de paz, a harmonia é a junção perfeita dos nossos mais nobres sentimentos interiores e que agora está coroado de sensações fortes e capazes de arrebatar limites, atingirem um alvo que antes era impossível. Sensação de equilíbrio que nos faz acordar e dizer ao mundo: Sou um vencedor e cheguei ate aqui.
Elder Poltronieri
As Chaves da Sabedoria - by Elder Poltronieri Fotografia - ESP-007-Jardim da Sede Usina Ibéria-Borá-SP
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Palavra Chave: Humildade
Ao chegarmos no topo de nossas conquistas, não deixemos de lado nossa simplicidade.Quando nos tornamos mais sábios, mais capacitados que outras pessoas do nosso convívio, não permitamos que o orgulho, a avareza ou a arrogância venham sufocar a bela semente chamada humildade.Semente que brota e nos faz gigantes no amor pelo próximo, nas fraquezas ou ignorancia daqueles que tem muito que aprender.E nós humildemente, nos disponibilizaremos para melhorar um mundo tão conturbado por mentes que se acham superiores e não pensam em melhorar nem seu próprio mundo interior.
Elder Poltronieri
Titulo da Foto: Minha humilde residência - by Elder Poltronieri
sábado, 16 de novembro de 2013
Canção do poeta triste
Estas epístolas
Sempre terão
Marcas de amargura
Solidão e desespero.
Fato consumado
Pela própria sequência
Do cotidiano.
De certa forma
Acredito que o homem
Nunca conhecerá
A verdadeira felicidade
Enquanto conviver
Com pessoas infelizes.
Sentir por dentro
A felicidade
É possível!
Porque ela vem
Complementada de amor,
Entrega e paciência.
Foto:
By Elder Poltronieri-0004-Ponte de Madeira-Distrito de Varpas(Tupã-SP)
Elder Poltronieri
Escrita nos anos 80
sábado, 31 de agosto de 2013
Epístola - 01
| By Elder Poltronieri-0003-Estrada Terra -Ferroviária(Galdino)-Paraguaçu Paulista-SP |
Nada pode deter sua força interior
Só você a conhece.
A sua espada corta,
O seu escudo te protege.
A lágrima que cai no seu rosto,
É um alívio para sua alma.
Mesmo chorando,
Saibas que tens
A força interior.
Força imensa,
Dentro de você.
Elder Poltronieri
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Fui ao eco pedir doces cantos...
Não me lembro a data desse poema.Sei que foi no final dos anos 90 quando o escrevi.A ver o rascunho, vi o quanto ele é sensível.Imagine a sensibilidade no seu extremo...demais!!!
| By Elder Poltronieri-00001-Estrada Balneário - Lutécia-SP-Trilhas de Bike-PARAGUAÇU PAULISTA-SP |
I
Fui ao eco
pedir doces cantos,
o que encontro
senão minh'alma
sentada ali...
aflita e chorosa,
clamando do vento
também doces prantos.
Quisera minh'alma
do vento
uma lágrima
buscar!
Sensível e clara
qual choro
das canções de ninar.
Fui ao eco
pedir doces cantos:
mas minh'alma
ali calada,
insistia na
na meiguice da calma,
a cobrir-se
de tristes mantos.
Eram medos
que a vida
Indecorosa a cobriu.
Era de um linho tecido
que homem nenhum
jamais sentiu.
Fui a eco
pedir doces cantos,
mas como havia
somente minh'alma ali,
clamei ao eco
que piedosamente
quebrasse o encanto.
II
Na magia
do desencanto,
caí ao encontro
do nada.
No espaço
frívolo;
num silêncio
sinistro e inocente
nada revejo,
e diante do nada
infiltra-se
no meu ego
dramas e gritos.
Desfalecido...
E no desespero
do próprio abismo,
renascia o canto
que eu pedira,
ao eco aflito.
De um nada
então,
saía uma canção,
e meu corpo
incolor,
que flutuava indolor
então, fez um ballet
sobre esse abismo
que já destroçado,
foi ao encontro
do meu próprio
Infinito.
Elder Poltronieri
Final dos anos 90 (Não anotada)
Assinar:
Postagens (Atom)



